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minduimrock e outros rocks
 


esses palestinos do mundo

responsabilidade socioambiental com desenvolvimento sustentável enraizada no planeta, mote e paradigma de mundo democrático globalizado, projetando um passado de estado mínimo num presente de marketplace sólido, inexorável, axiomático.

vícios e mistérios gozozos da civilização em ação multifoco e intertextual:o uso de propaganda por princípio, de educação por base e de guerra de extermínio por fim, com bênçãos e vistas de deustodopoderoso, amém. e dou-lhe essa prova:

te dizem para evitar produtos "piratas", porque eles financiam o crime; e quanto a produtos e empresas "oficiais" que  também o fazem? devemos agir da mesma maneira?  faz-se mister boicotá-los também.

 

esses transnacionais aí de cima - e tantos governos globais - são responsáveis por fazer do mundo em geral (e do Oriente Médio, em particular) um lugar seguro, florido, multicolorido e feliz... financiando exércitos, polícias, armadas, esquadras, etc., enfim, tudo aquilo que se fizer necessário para garantir proprieté, liberté, egalité et fraternité a tout le monde... quer dizer, menos à aquela parte (9/10) da humanidade que não pode ser do "clube seleto"... que vende sua força de trabalho, por só dela dispor... enfim, esses palestinos do mundo.

creia, irmão: ainda e mesmo em crise - cíclica ou não - de produção do capital, essas são as condições dadas, imanentes, conretas. condicionantes da humanidade.

que gritam por mudanças concretas.

change. we can believe... ele disse.

change pro humanity, we will do, and now!!! digo eu.

e até conseguirmos! para sempre.



Escrito por minduimrock às 18h28
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se o penhor dessa igualdade


"o raciocínio lento o poço o pensamento o olho o orifício o passo o precipício eu quero que esse teto caia eu quero que esse afeto saia em vermelho natural  no rosto e no lençol com gosto de água e sal misturando o bem e o mal"(mixturação - Walter Franco)

responsabilidade socioambiental com desenvolvimento sustentável enraizada no planeta, mote e paradigma de mundo democrático globalizado, projetando um passado de estado mínimo num presente de marketplace sólido, inexorável, axiomático.

ainda e mesmo em crise.

vícios e mistérios gozozos da civilização em ação multifoco e intertextual:o uso de propaganda por princípio, de educação por base e de guerra de extermínio por fim, com bênçãos e vistas de deustodopoderoso, amém. 

depois deste meu hiato literário, constatação inevitável: o mesmo no front. (continuação)

Estará o Hamas comprometido com a violência política?

Mesmo a imprensa israelense relatou que o Hamas oferecer a Israel, logo após a sua vitória eleitoral de 2006, um cessar fogo extenso e uma aceitação de facto dos dois Estados se apenas Israel retornasse às suas fronteiras de 1967.

Ao invés de agarrar esta oportunidade para testar a boa fé do Hamas, Israel preferiu punir toda a população de Gaza com um bloqueio a fim de pressionar o povo a renunciar aos resultados da eleição.

O Hamas de facto manteve reiteradamente vários cessar fogo, os quais Israel habitualmente violou. A conexão entre violações israelenses dos cessar fogo e bombismos suicidas é instrutiva. (Um tratamento completo desta questão foi feito por Steve Niva, académico do Médio Oriente, em dois importantes artigos em www.counterpunch.org/niva08272003.html e www.counterpunch.org/niva03242004.html

Há um indicador virtualmente infalível de um acto de bombismo suicida: um assassinato israelense de um comandante superior ou de um líder de um grupo militante. Este indicador é mais confiável quando os assassínios se verificam enquanto estes grupos estão a negociar uma trégua aos ataques aos israelenses, ou quando os assassínios rompem cessar-fogos duradouros de grupos palestinos.

Este padrão tornou-se mais frequente e previsível depois de Ariel Sharon se tornar primeiro-ministro, em Fevereiro de 2001. Ele intensificou a campanha de assassínios contra militantes palestinos destacados.

Sharon escolheu deliberadamente períodos durante os quais grupos anti-ocupação estavam ou a negociar ou realmente a manter cessar-fogos nos ataques a civis israelenses.

Aqui está apenas uma amostra dentre muitos exemplos:

– Dois meses depois do cessar-fogo do Hamas, Israel assassinou dois destacados comandantes do Hamas em 31 de Julho de 2001. Menos de duas semanas mais tarde houve um bombismo suicida numa pizzaria em Jerusalém.

– Enquanto o Hamas estava a cumprir um acordo de não atacar objectivos dentro de Israel a seguir aos ataques do 11/Setembro, Israel assassinou o alto dirigente do Hamas Mahmud Abu Hanoud, em 23 de Novembro de 2001. Uma semana depois houve bombismos suicidas em Jerusalém e Haifa.

– Em meio a um cessar-fogo declarado por todo os grupos militantes no fim de Dezembro, Israel assassinou o destacado dirigente do Hamas Raed Karmi, em 14 de Janeiro de 2002. Menos de duas semanas mais tarde houve um bombismo suicida como retaliação.

– Em Julho de 2002 houve relatos generalizados de que seria anunciado um cessar-fogo unilateral por parte do Hamas em 23 de Julho. Naquele dia, pouco antes do previsto anúncio de cessar-fogo, Israel assassinou o destacado dirigente militar do Hamas Salah Shehada através de um ataque aéreo a um apinhado bloco de apartamentos na Cidade de Gaza. Entre os feridos estavam 15 civis, 11 deles crianças. Menos de duas semanas depois o Hamas retaliou com um bombismo suicida.

– Em 22/Março/2004 Sharon conseguiu assassinar o fundador e líder espiritual do Hamas, Sheikh Yassin. Seguiu-se o que era previsível.

Jornalistas israelenses denunciam a cumplicidade de Israel nos bombismos suicidas

Alguns dos mais prestigiados comentadores políticos de Israel sugeriram que Israel é responsável por pelo menos alguma violência palestina. Esta posição não pode sequer ser formulada na linguagem padrão dos media dos EUA, os quais sistematicamente definem a violência israelense como "retaliação" e a violência palestina como "ataques".

Num artigo (25/Novembro/2001) no jornal de Israel com maior tiragem, Yediot Aharanot, Alex Fishman, o conservador comentador militar do jornal, observou que

"Quem quer que tenha decidido a liquidação de Abu Hanoud sabia antecipadamente que [um ataque terrorista dentro de Israel] seria o preço. O assunto foi amplamente discutido tanto ao nível militar como político de Israel, antes de ser decidido executar a liquidação".

Escrevendo no Haaretz (21/Janeiro/2002), o jornalista Danny Rubinstein destacou que

"Os assassínios de Israel hoje geram muito mais dano do que os benefícios que eles são supostos trazer ... pode-se dizer explicitamente neste momento que o assassínio de Karmi já custou directamente as vidas dos dezenas de israelenses que morreram na semana passada vítimas de ataques terroristas".

A utilização da palavra "directamente" por Rubinstein é uma afirmação de que Israel partilha alguma responsabilidade pelos bombismos suicidas.

Um editorial do Haaretz (02/Agosto/2002) a seguir ao assassínio de Shehada declarava que

"Em suma, qualquer criança de quatro anos que examinasse este padrão de acontecimentos concluiria que este governo, conscientemente ou não, simplesmente não está interessado na cessação dos ataques terroristas, pois eles constituem a sua raison d'etre".

O Hamas explicou em pormenor a arrepiante implicação de tudo isto imediatamente a seguir à morte de Yassin:

"Hoje Ariel Sharon ordenou a morte de centenas de sionistas em cada rua, cidade e centímetro das terras ocupadas".

Durante anos, insinceramente, Israel insistiu em que os ataques suicidas eram o principal obstáculo para negociações. Desde a trégua mais recente que começou no último Verão, o primeiro-ministro do Hamas, Ismael Haniyeh, removeu o obstáculo efectuando a completa cessação dos bombismos suicidas. Como era de esperar, isto não fez diferença para Israel, o qual respondeu recusando aos habitantes de Gaza energia eléctrica, remédios, equipamento médico e alimentos.

A questão, então, não é simplesmente se Israel tem um interesse directo em perpetuar ataques terroristas palestinos, mas se Israel tem qualquer intenção que seja de fazer a mais ligeira concessão aos palestinos na direcção do estabelecimento da solução dois Estados.

Intenções de Israel: Um acerto justo ou limpeza étnica?

Ephraim Halevy, o ex chefe da agência de inteligência Mossad, informou em 23 de Dezembro que o Hamas

"[está] pronto e desejoso de ver o estabelecimento de um estado palestino nas fronteiras temporárias de 1967... [O Hamas está preparado] a aceitar um caminho que poderia levá-lo para longe dos seus objectivos originais... Israel, por suas próprias razões, não quis transformar o cessar-fogo no início de um processo diplomático com o Hamas".

Halevy pode não se aperceber das "suas próprias razões" de Israel para sabotar negociações destinadas ao estabelecimento de um Estado palestino, mas não por falta de declarações francas da liderança israelense. Em 14 de Novembro de 1998, Ariel Sharon declarou que

"É dever dos líderes israelenses explicar à opinião pública, claramente e corajosamente, um certo número de factos que são esquecidos com o tempo. O primeiro destes é que não há sionismo, colonização ou Estado judeu sem a expulsão (eviction) dos árabes e a expropriação das suas terras".

Em 2005 Dov Weisglass, conselheiro sénior de Sharon, disse acerca da retirada de Israel de Gaza:

"A retirada é realmente formaldeído [NR] . Ela fornece a quantidade de formaldeído que é necessária, de modo que não haverá um processo político com os palestinos... todo este pacote chamado Estado palestino foi removido da nossa agenda indefinidamente".

A fim de que não se pensasse que esta posição era peculiar apenas do raivoso Sharon, eis o que Ehud Olmert disse num discurso numa Sessão Conjunta do Congresso dos EUA em 24 de Maio de 2006:

"Acreditava e ainda hoje acredito no direito eterno e histórico do nosso povo a toda esta terra".

Motivações reais de Israel

O que Israel teme não é o terrorismo e sim a independência palestina. Israel não permitirá que emerja um governo palestino soberano sobre a terra que pretende manter – e provavelmente expandir – como a sua própria. A Autoridade Palestina estava e está no bolso de Israel. O Hamas nunca será peão de Israel. Portanto, ele deve ser erradicado. Esta é a principal razão para a actual guerra relâmpago contra Gaza. Mas não é a única.

Aproximam-se as eleições israelenses, em Fevereiro. Antes do sítio o Likkud de Benjamin Netanyahu estava à frente nos inquéritos. A guerra relâmpago é uma demonstração de dureza, um gesto de que os políticos gostam de aproveitar-se em tempos de eleição. Tzipi Livni e Ehud Barak colocaram-se em evidência regozijando-se com o bombardeamento desde que os ataques começaram, esperando promover as fortunas eleitorais do Kadima e do Partido Trabalhista. E na verdade as sondagens do Partido Trabalhista estão 50 por cento mais altas nos últimos seis dias.

Finalmente, Israel nunca venceu uma guerra nos últimos 27 anos. Para agravar ainda mais as coisas, as Forças de Defesa de Israel sofreram uma humilhante derrota no Líbano, às mãos do Hezbollah, em 2006. Como disse segunda-feira Mark Heller, chefe de investigação associado no Instituto para Estudos de Segurança Nacional, da Universidade de Tel Aviv:

"Ninguém hoje tem medo de nós da mesma forma que antes... uma boa razão para esta operação [é] restaurar a credibilidade na capacidade de Israel para dissuadir inimigos".

A ironia, naturalmente, é que o actual sociocídio avolumará as fileiras do Hamas e dos seus simpatizantes, tal como o fiasco libanês de Israel reforçou o prestígio do Hezbollah. Mas só o activismo global em solidariedade com o povo palestino derrotará os desígnios colonialistas de Israel e a sua arrogância letal. 

 

04/Janeiro/2009

 

 

[NR] Formaldeído: gás venenoso.

Professor emérito de Política Económica em The Evergreen State College, Olympia, Wa, EUA. Seus artigos têm sido publicados em The Nation, Monthly Review, Commonweal, Common Dreams, Global Research e em publicações profissionais de ciências económicas, filosofia, direito e psicologia.

O original encontra-se em http://www.globalresearch.ca/index.php?context=va&aid=11610


Este artigo encontra-se em http://resistir.info/

mas hoje, euforia! finalmente a redenção da moderna civiliação globalizada chegou!

change, we (can) believe!

ou não....



Escrito por minduimrock às 11h29
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se o penhor dessa igualdade


"o raciocínio lento o poço o pensamento o olho o orifício o passo o precipício eu quero que esse teto caia eu quero que esse afeto saia em vermelho natural  no rosto e no lençol com gosto de água e sal misturando o bem e o mal"(mixturação - Walter Franco)

responsabilidade socioambiental com desenvolvimento sustentável enraizada no planeta, mote e paradigma de mundo democrático globalizado, projetando um passado de estado mínimo num presente de marketplace sólido, inexorável, axiomático.

ainda e mesmo em crise.

vícios e mistérios gozozos da civilização em ação multifoco e intertextual:o uso de propaganda por princípio, de educação por base e de guerra de extermínio por fim, com bênçãos e vistas de deustodopoderoso, amém.

 

depois deste meu hiato literário, constatação inevitável: o mesmo no front.

Hamas, Israel, Gaza e resistência violenta
A estrutura histórica e política da crise actual

por Alan Nasser [*]

As razões manifestadas por Israel para a sua declaração de guerra total contra a população de Gaza são a mais recente variação de um tema que pôs em circulação a seguir à vitória eleitoral de 2006 do Hamas em Gaza. Em Fevereiro daquele ano Israel emitiu um conjunto oficial de exigências. Israel exigia que o Hamas reconhecesse o direito permanente de Israel a existir, renegasse a violência e aceitasse a validade dos acordos anteriores israelenses-palestinos. Israel afirma que a incapacidade do Hamas em cumprir estas exigências explica e justifica seus ataques aéreos sobre o povo de Gaza.

Na realidade, a agressão de Israel tem pouco a ver com a resposta do Hamas a estas exigências, as quais são, como veremos, insinceras.

Argumenta Israel que a necessidade de derrotar o Hamas é a questão nuclear que motiva os seus actuais ataques aéreos. Esta afirmação é de avaliação especialmente difícil para os americanos. Os media dos EUA habitualmente reflectem a demonização oficial israelense dos objectivos e acções do Hamas.

O entendimento da história do Hamas e da sua actual posição sobre questões chave é essencial para apreciar o que está realmente em causa na escalada da crise em Israel e na Palestina.

O objectivo do que se segue é simplesmente situar o Hamas no contexto da ocupação e da resposta palestina à mesma. Vamos começar com as origens do Hamas e então examinar cada uma das exigências de Israel em 2006.

A emergência do Hamas em Israel

O Hamas descende directamente de um anterior movimento islâmico preocupado basicamente em assegurar educação, cuidados de saúde, ajuda alimentar e outros serviços sociais a palestinos que sofriam sob a ocupação israelense.

Este grupo foi financiado pelo monarca saudita e... o governo de Israel ! Este último proporcionou ao movimento terra, edifícios e não pouco encorajamento.

A lógica de Israel era simples: a Organização de Libertação da Palestina (OLP), naquele tempo a principal representante dos interesses palestinos, era abertamente política e secular, com uns poucos socialistas nos seus escalões mais altos. A organização tinha como objectivo organizar os palestinos numa força capaz de por fim à ocupação. A liderança israelense procurava mudar a lealdade palestina da OLP política e secular para a religiosa e não-política antecessora do Hamas.

Os israelenses imaginavam que ao dispor de extensos serviços sociais e religiosos os palestinos seriam despolitizados graças ao alívio do seu sofrimento e portanto menos propensos à resistência nacionalista e anti-ocupação.

Portanto, as autoridades israelenses de ocupação forçaram o exílio de activistas cristãos palestinos que encorajavam à resistência não violenta, mas permitiram que grupos islâmicos radicais fizessem reuniões, publicassem jornais e tivessem a sua própria estação de rádio não censurada.

Não surpreendentemente, os grupos religiosos de serviço social foram-se tornando cada vez mais politizados. Eles testemunhavam a escalada da brutalidade da ocupação e a ineficácia da actividade caritativa por si só em questionar o apartheid forçado. Continuaram as suas actividades de serviço social, mas aglutinaram-se em 1987 para formar o Hamas, um acrónimo para Harakat al-Muqawama al-Islamiya, O Movimento de Resistência Islâmica.

A nova auto-definição política do Hamas, como representando Resistência à ocupação, tanto selou o seu destino aos olhos dos israelenses como promoveu a sua atractividade para os palestinos.

Em 1992 Israel expulsou centenas de membros do Hamas. Muito poucos foram acusados de crimes violentos. O Conselho de Segurança da ONU declarou unanimemente que as expulsões constituíam uma violação do direito internacional e apelou ao retorno dos exilados. Mas a nova administração Clinton bloqueou a aplicação da resolução.

O resultado foi que os exilados tornaram-se heróis e a reputação do Hamas e a sua força política entre os palestinos cresceu significativamente. Mas em 1993 o Hamas tinha o apoio de apenas 15 por cento dos palestinos. Qual a razão para o crescimento do apoio palestino ao Hamas desde então?

Israel e a Autoridade Palestina matam as esperanças dos palestinos

Nos anos seguintes ao Acordo de Oslo, de 1993, entre a OLP e Israel ficou claro que nada estava a ser feito para avançar a formação de um estado palestino viável. O Hamas chamava a atenção para o facto de que o Acordo era, por intenção de Israel, aberto, em etapas, calculadamente vago e sem compromissos, sem garantias quanto a questões chave como assentamentos, terra e água, o status de Jerusalém e o retorno de refugiados.

Além disso, mesmo quando as negociações de Oslo prosseguiam, e continuando durante anos após as mesmas, Israel continuou a construir assentamentos a um ritmo acelerado. Os blocos de assentamento foram posicionados de modo a criar "factos no terreno" os quais tornavam impossível especificar uma área que pudesse constituir um estado palestino viável.

O professor de história da Universidade de Haifa Ilan Pappe, nascido em Israel, descreveu perfeitamente os Acordos de Oslo como um ardil para permitir a Israel continuar a construir assentamentos de modo a encurralar os palestinos em bantustões estilo sul-africano.

Tudo isto culminou em Camp David, em 2000, na "oferta generosa" de Barak, uma impressionante confirmação da acusação de Pappe: um "estado" palestino sem continuidade territorial, dividido por blocos de assentamento, cortado por estradas e barreiras em estradas, com o controle israelense de toda a fronteira. A área permitida aos palestinos incluiria 69 blocos de assentamento, alojando 85% de todos os colonos israelenses. Os palestinos teriam de viajar 50 milhas [80 km] para ir de uma cidade para outra, com muitos atrasos inúteis em pontos de controle e barreiras de estrada, a fim de atravessar uma distância real de 5 milhas [8 km].

E durante todo este processo Israel continuou a expandir a sua colonização da Cisjordânia, duplicando o número de colonos nos dez anos que se seguiram a assinatura dos Acordos.

Isto foi uma bofetada na cara do palestinos, que haviam concordado, através da OLP, em aceitar uns meros 22 por cento da terra que era sua antes de 1948. Conceder 78 por cento da terra foi um compromisso histórico palestino.

Desde as reuniões de Oslo e Camp David a condição dos palestinos continuou a deteriorar-se. Ficou cada vez mais claro que a OLP e sua sucessora, a Autoridade Palestina (AP), não fora simplesmente inepta na negociação, mas que a AP e o seu líder Yasir Arafat estavam afundados na corrupção, com grande parte dos fundos da Autoridade gasto com compadres enquanto Arafat passava grande parte do seu tempo a viver no luxo longe da Palestina. A última gota foi a decisão da AP de designar a sua polícia a que ajudasse as autoridades de ocupação na supressão da resistência palestina.

Em contraste, o Hamas era percebido pelos palestinos como honesto e genuinamente sensível aos seus interesses. O Hamas persistentemente criticou a inépcia e a corrupção da AP. Mas a sua abordagem não era meramente negativa: como veremos abaixo, o Hamas propunha políticas e pontos de negociação que eram construtivos, realistas e que não ameaçavam o direito de Israel a existir.

Estes desenvolvimentos foram o princípio do crescente apoio palestino ao Hamas.

Os media "de referência" tendem a retratar a escolha eleitoral de 2006 dos palestinos como uma mostra de apoio à violência política como meio de resolução do conflito Israel-Palestina. Na verdade, os media habitualmente equiparam o Hamas à violência estúpida ao serviço da destruição de Israel. Nenhuma destas alegações contra o Hamas e o povo palestino é verdadeira. Vamos examinar a questão geral da violência política do povo sem Estado, antes de passar a questões específicas da posição do Hamas em relação à actual crise em Gaza.

(continua)

 



Escrito por minduimrock às 19h27
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democracia & desenvolvimento sustentável, com responsabilidade social e ambiental S.A.!

"(...) não é, como querem acreditar alguns por mera comodidade um efeito automático da situação econômica, são ao contrário os homens, eles próprios, que fazem sua história; mas o fazem em um meio dado que os condiciona, sobre a base de condições reais anteriores, entre as quais as econômicas-por mais influenciadas que possam ser pelas outras condições, políticas e ideológicas-não deixando de ser, em última instância, as condições determinantes(...)" (Engels: A Ideologia Alemã.)(grifos meus)




Se você ainda não sabe, eis aqui o preço da guerra do petróleo no delta do Niger:


 


"Detido há quase cinco meses numa prisão nigeriana, Mujahid Dokubo-Asari poderá passar rapidamente de ilustre desconhecido a celebridade internacional. Para isso, basta-lhe concretizar a ameaça que tem vindo a repetir nas últimas semanas, propondo-se atacar a indústria petrolífera da Nigéria ao longo deste mês, tendo como objectivo provocar uma redução de 30% nas exportações de crude daquele país africano.

Normalmente, este tipo de ameaça dificilmente seria levada a sério. Mas o facto de ela ser proferida por alguém que é suspeito de já ter feito desaparecer um petroleiro - sem que até hoje se saiba do seu paradeiro - aconselha a que se preste alguma atenção a pessoas como Mujahid Dokubo-Asari.

Especialmente quando se observam as estimativas feitas por companhias petrolíferas com a dimensão da Royal Dutch Shell, a empresa que é responsável por quase metade dos 2.2 milhões de barris que são diariamente extraídos na Nigéria. E que transformam o país num dos maiores fornecedores do mercado norte-americano que ali adquire cerca de 10% daquilo que consome.
Só em 2004, a Shell foi obrigada a reconhecer prejuízos da ordem dos mil milhões de euros nas suas operações nigerianas por força dos roubos e dos ataques perpetrados por alguns dos 130 'gangs' que actuam no delta do Níger, a principal região petrolífera de um país que vai oscilando entre a democracia e as ditaduras militares. Sem que nenhuma destas experiências lhes permitam fazer esquecer a fracassada tentativa de secessão protagonizada pelo Biafra nos Anos 60 e que ainda hoje inspira algumas das 250 etnias que compõem a Nigéria.

O que também ajuda a explicar o pesadelo em que estão mergulhar as companhias petrolíferas que actuam no delta do Níger, onde têm sido vítimas de sucessivos ataques, sequestros e extorsões que já levaram Abuja a reduzir a sua produção em cerca de 9% ao longo de 2005.
Uma situação que afecta tanto a Royal Dutch Shell como a Eni-Agip, a Total, a Exxon-Mobil, a Chevron ou a Daewoo. Aliás, e na véspera de terem sido libertados os quatro trabalhadores da Shell que tinham sido sequestrados a 11 de Janeiro, a Daewoo viu o seu quartel-general em Port Harcourt ser atacado por desconhecidos, que muitas vezes disfarçam a sua actuação com reivindicações de carácter político (ver gráfico).

Sem que as autoridades nigerianas tenham, apesar das forças militares que já enviaram para o terreno e das garantias dadas pelo Presidente Olusegun Obasanjo, conseguido por travar as actividade destes 'gangs', comandados por verdadeiros "Senhores da Guerra". Como Mujahid Dokubo-Asari.

Nascido há 41 anos, no seio de uma família católica, filho de um juiz e de uma doméstica, Asari, que foi baptizado com o nome de Dokubo Melford Goodhead Junior, teve um percurso perfeitamente normal até ao início dos anos 90, quando desistiu do curso de direito.

Nessa altura, tudo mudou Dokubo Melford Goodhead Junior converteu-se ao islão, mudou o nome para Mujahid Dokubo-Asari e assumiu-se como activista Ijaw, a etnia dominante no delta do Níger. Populações que vivem no limiar da pobreza, sem beneficiar das receitas de petróleo proporcionadas pela região.

A partir daí, o seu percurso Asari confunde-se com a instabilidade no delta do Níger, onde os Ijaw gostariam de protagonizar uma história inversa à dos Igbo no Biafra.

Líder de uma autodenominada Força Popular dos Voluntários do Delta do Níger, Asari tem sido responsável por dezenas de sequestros e atentados que já provocaram 176 interrupções no escoamento normal do petróleo nigeriano desde 2003.

Talvez, assim, se compreendam também melhor as razões que levaram o responsável de uma empresa de segurança que trabalha na Nigéria a declarar recentemente à revista alemã Der Spiegel que a situação no delta do Níger é, actualmente, muito semelhante à da Chechénia.

Exagero? Talvez não. Sobretudo se pensarmos nos montantes que podem ser obtidos por via da venda paralela dos 50 mil barris de petróleo que todos os dias desaparecem do circuito oficial. E que permitem a pessoas como Asari alargar as suas actividades, beneficiando de uma corrupção endémica na Nigéria.
Resta saber os caminhos que serão percorridos até 2007, altura em que é suposto realizarem-se as próximas presidenciais num país que é absolutamente crucial para estabilidade de uma região que contempla alguns dos novos produtores do mercado petrolífero Camarões, Chade, Guiné Equatorial, São Tomé e Príncipe ou República Centro-Africana.

Olusegun-Obasanjo, o antigo ditador militar que se converteu à democracia, regressando ao poder em 1999, não pode, em princípio, recandidatar-se a um terceiro mandato. E aparentemente, não há um sucessor à vista que o possa substituir." (grifos meus)


 

Bill Gates investe na produção de álcool combustível nos EUA
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da Folha Online

O presidente da gigante americana do setor de software Microsoft, Bill Gates, adquiriu no último dia 13 uma participação de 25,5% na Pacific Ethanol, empresa que produz etanol (álcool combustível) a partir do milho, segundo documento encaminhado à SEC (Securities and Exchange Commission, órgão regulador do mercado financeiro dos EUA).

De acordo com a SEC, Gates adquiriu, através da Cascade Investment --a empresa privada de investimentos de Gates-- 5,25 milhões de ações da empresa. As ações, preferenciais, podem ser convertidas em 10,5 milhões de ações ordinárias.

 


Rebeldes nigerianos atacam plataforma de petróleo da Shell


Companhia suspende extração de 200 mil barris após ofensiva em mar aberto liderada por militantes separatistas



Agência Estado e Associated Press


LAGOS - O mais poderoso grupo rebelde do delta do Rio Níger afirmou nesta quinta-feira, 19, ter atacado uma plataforma marítima de petróleo. A companhia Royal Dutch Shell confirmou o ataque e anunciou a suspensão da produção na região por causa do ataque.



 Um líder do Movimento para a Emancipação do Delta do Níger afirmou à Associated Press que militantes do grupo viajaram a bordo de botes em mar aberto para atacar a plataforma de petróleo de Bonga, a 135 quilômetros da costa. Sob condição de anonimato, o líder disse que os rebeldes tentaram entrar em uma central de processamento de dados que pretendiam destruir, mas não conseguiram acesso ao local.


 O alvo foi deliberadamente escolhido para desfazer qualquer dúvida quanto à possibilidade de as plataformas marítimas de exploração de petróleo estarem fora de nosso alcance", declarou o grupo por meio de um comunicado divulgado logo a seguir. "As companhias petrolíferas e os colaboradores delas não têm onde se esconder para conduzir suas atividades nefastas", prosseguiu o Movimento para a Emancipação do Delta do Níger.


 Olav Ljosne, porta-voz da Royal Dutch Shell, não divulgou detalhes do ataque. Segundo ele, a exploração no local foi suspensa. O campo explorado pela plataforma Bonga produz 200 mil barris de petróleo por dia, o que representa quase 10% de toda a capacidade atual de produção da Nigéria.


Fonte: http://www.estadao.com.br/internacional/not_int192349,0.htm



pela responsabilidade social e ambiental que se enraizou no planeta, mote e paradigma de desenvolvimento sustentável, projetando um passado de estado mínimo e um presente de marketplace sólido, inexorável, axiomático. já o futuro, a Deustodopoderoso pertence,agora que a Petrobrás  como a 4.ª maior companhia das Américas - superando a Microsoft!, resolveu investir nesse delta do Níger... 

(isso vai ser fundo...)

Escrito por minduimrock às 21h43
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se o penhor dessa igualdade...

 "(...) não é, como querem acreditar alguns por mera comodidade um efeito automático da situação econômica, são ao contrário os homens, eles próprios, que fazem sua história; mas o fazem em um meio dado que os condiciona, sobre a base de condições reais anteriores, entre as quais as econômicas-por mais influenciadas que possam ser pelas outras condições, políticas e ideológicas-não deixando de ser, em última instância, as condições determinantes(...)" (Engels: A Ideologia Alemã.)(grifos meus)

 

ecce homo: Woody Guthrie, mentor musico-político de Bob Dylan.presente! ousar lutar, ousar vencer!

 

 

isso tuod, apesar de Woody Guthrie e Bob Dylan terem "killed dozens of facists with his machine", zilhares de remanescentes destes, seus quejandos e similares, querem nos convencer dessa democracia com responsabilidade social e ambiental, auto sustentável graças a deustodopoderoso & ao marketplace...

yeah, aqualung!

mergulhando....

 

 



Escrito por minduimrock às 20h12
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Se o penhor dessa igualdade...

(...)Se o penhor dessa iguladade, conseguimos conquistar com braço forte(...) - Hino Nacional Brasileiro

we are the children of concret and steel/this is the place where the children's can see/this is the time when lies is revealed/ everything is possible, but not is real - Living Colour, Type - Times Up.

"(...)Por outro lado, questões estruturais seguem inabaláveis nos rumos do Brasil. Os 10% mais ricos da população brasileira concentram nada menos que 75% de toda riqueza produzida pelo país. E a luta pela valorização do trabalho, diminuição da desigualdade e geração de renda para os brasileiros se vê enfraquecida, em boa parte, pelos altos juros praticados no país e pelos setores que mais se beneficiam dessas taxas. Basta lembrar que, na reunião do Copom (Comitê de Política Monetária do Banco Central) de abril, a taxa básica de juros da economia subiu de 11,25% para 11,75%. É uma das maiores taxas do mundo em termos reais, já descontada a inflação.(...)"( Agência Carta Maior - Artigo: ESPECIAL TRABALHO E RENDA (I)Sucesso econômico de Lula cria novos desafios para o Brasil in:www.cartamaior.com.br) (grifos meus)

certas verdades imutáveis. intocáveis. axiomas axiomáticos. existência e essência concretas do capitalismo, tanto regional quanto globalizado. necessárias. evidentes. gritantes.

ou não.

reconhecidas pelo marketplace e Deustodopoderoso, denunciadas por socialistas de todas as matizes (mencheviques, revolucionários tipo PC do B, PSTU, PSOL,  revolucionários & sem-_______, seus quejandos e similares). todos eles comprometidos com infindáveis discussões sobre o quê e como fazer para minimizar os efeitos desta concentração feroz.

ainda que a urgênica disso tudo, somada a uma dor canalha, esteja aí batendo e mordendo a todo instante, implorando por ação concreta.nossa ação de homens concretos fazedores de nossa história.

 "(...) não é, como querem acreditar alguns(os citados acima; seus opositores burgueses antigos e neo-liberais) por mera comodidade - um efeito automático da situação econômica, são ao contrário os homens, eles próprios, que fazem sua história; mas o fazem em um meio dado que os condiciona, sobre a base de condições reais anteriores, entre as quais as econômicas-por mais influenciadas que possam ser pelas outras condições, políticas e ideológicas-não deixando de ser, em última instância, as condições determinantes(...)" (Engels: A Ideologia Alemã.)(grifos meus)

cabeça e espinha eretas. mente aberta. coração tranqüilo.

hasta la vitoria, siempre!


 

 



Escrito por minduimrock às 22h08
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Jó e Prometeu são muito esclarecedores...

I see a red door and i want it painted black.No colors anymore/i want them to turn black.(The Rolling Stones).

se pareço repetitivo, a ponto de me tornar insuportável tic-tac de relógio cuco, é tão somente porque a vida de supermercado está muitíssimo longa. o grande irmão midiático/jornalístico/econômico tudo vê, tudo plasma, tudo filtra, tudo vomita. e tudo repete. milhares de vezes. infinitamente operando os mesmos milagres com cara nova: brois, bovespas, sistemas esses, petrobrases e todo o marketplace. todos da civilização ocidental. vivemos o sexto dia. crescemos, multiplicamo-nos, enchemos e democratizamos toda a terra.

coisas e pessoas.todas reduzidas ao elementar grau de fator gerador de capital. e propriedades de alguém, seja no céu ou na terra. sempre nos movendo permeados por social accountability and environmental maintainance, imanentes às relações e modos de produção globalizadas.

tics e internet à frente; macdonalds, cia, fordfoundation, agências de classificação, investimentos, onu, omc, acordos multilaterais, bilaterais, bancos, rambo, us army and navy pelo meio; e por fim, mas não menos importante e pairando acima de tudo e de todos, deustodopoderoso a quem tudo se dedica e a quem o futuro pertence...

e ninguém pra nos dizer do remoçado velho preço do penhor dessa igualdade, que conseguimos conquistar com braços fortes... ou não.

somos (ou estamos) iguais? a quem? a o quê? a onde? e por quê ainda estamos penhorados?

menos de um décimo de um décimo da população terrasantacruciana não: totalmente globalizados, igualizados em riquezas e acumulação de capital aos sãos cidadãos do mundo. circulam livremente no marketplace, são amigos de deustodopoderoso. têm seus débitos quitados. nova jerusalém é o que vivem.

já os outros nove décimos, mais os nove décimos restantes pagam por esse penhor a todo o momento. a cada vez que respiram. com juros e à vista. com a chancela divina. devidamente sentenciados desde tempos imemoriais: "ganharás o pão com o suor do teu rosto". e com o diabo como patrão. inferno e danação eternas como moradia.

e o grande irmão midiático/jornalístico/econômico tudo vê, tudo plasma, tudo filtra, tudo vomita. e tudo repete. milhares de vezes só pra nos lembrar, irmão mergulhador, que o trabalho é fonte de riqueza da sociedade. quem não vive para servir, não serve para viver. et sic est.

Jó e Prometeu são quimeras. mas esclarecedoras. devemos desafiar, ousar decidir. por nós mesmos. e não calar. nunca.

And no one sings me lullabyes/And no one makes me close my eyes /So I throw the windows wide /And call to you across the sky....(Pink Floyd - Echoes).

e só.

 



Escrito por minduimrock às 20h12
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PINTEMOS O MUNDO DE PRETO:

 por cada vida ceifada tão bestialmente, nesse mundo globalizado, quer seja por guerra, por fome, ou por motivo triplamente qualificado: existir, ser e votar!

por calar, por falar, por tentar dar sentido ou nexo à ação da China no Tibet, à ação dos EEUU e seus asseclas na balcanização dos Bálcãs, do Iraque, do Líbano,do Afeganistão, da África e do mundo em geral. desde o século passado. ou antes disso.

pela responsabilidade social e ambiental que se enraizou no país, mote e paradigma de desenvolvimento sustentável, seus quejandos e similares, projetando um passado de estado mínimo e um presente de marketplace sólido, inexorável, axiomático. já o futuro, a Deustodopoderoso pertence, depois da fusão BMF/Bovespa.

pela ética/estética egoísta, frívola e hedonista do Brasil oficial. que cotidianamente se contrapõe à Pedra do Reino. e toalmente a favor do tópico anterior...

Paint it, Black!!

No colors anymore... I want them to turn black



Escrito por minduimrock às 21h55
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e neste mergulho...

mais direto, impossível... eis aí a imagem deste que vos tecla.direto.sem cortes. ou muito cortado. nervo exposto...

I see a red door and I want it painted black
No colors anymore I want them to turn black
I see the girls walk by dressed in their summer clothes
I have to turn my head until my darkness goes

I see a line of cars and they're all painted black
With flowers and my love, both never to come back
I see people turn their heads and quickly look away
Like a newborn baby it just happens ev'ryday


I look inside myself and see my heart is black
I see my red door and it has been painted black
Maybe then I'll fade away and not have to face the facts
It's not easy facing up when your whole world is black

No more will my green sea go turn a deeper blue
I could not forsee this thing happening to you
If I look hard enough into the setting sun
My love will laugh with me before the morning comes

I see a red door and I want it painted black
No colors anymore I want them to turn black
I see the girls walk by dressed in their summer clothes

I have to turn my head until my darkness goes

Hmm, hmm, hmm...

I wanna see it painted black, painted black
Black as night, black as coal
I wanna see the sun, blotted out from the sky
I wanna see it painted, painted, painted, painted black
Yeah

Por Jager/Richards.

Quod scripsi, scripsi.



Escrito por minduimrock às 21h46
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Until your demons appear again!!!

(...)"And take me to/ A black lodge that you live"(..)(Anthrax - Black Lodge)

(...)"Não pense que a cabeça agüenta se você parar".. (Raul Seixas - Tente outra Vez)

E me vejo outra vez nessa profundidade oleosa: pântano a X metros. Ideologia, metodologia, anacronismo e sincronismo. Tudo agora. E Deus tá vendo.

Ou não.

Sei que deveria haver alguma coisa por aqui. Hécate. Parcas.Destino.

Ou alguém.Fiando. Tecendo.Cortando...

Ou não.

E se esse sufoco não for do nó da minha gravata, e nem esse "Unamed feeling" alguma coisa no meio de 20 milhões de moradores nessa porra de cidade?

Quimeras e pensamentos não vão mudar nada. A virada já passou de novo, e nada mudou. Marketplace à la mode, and a cup of tea.

E Aqualung.

Bem vindos ao fundo do poço. Com reconstituição e tudo. E outras reconstiuições mil.

Ou não.



Escrito por minduimrock às 22h36
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Carefull with that axe, Eugene...

I don't have to hurt myself/ It's me that makes you hate me/ It's me that try to break free/ I don't have to hurt you/It's me that makes some move/When i said, when i do (Anthrax - 1000 Points of Hate)

E tirstemente constato que, 91 anos depois de uma jornada histórica por onde nenhum homem jamais esteve (James T. Kirk/ Startrek)por outros mares, terras e ares cruzados por audaciosos libertários que nada tiveram a perder, senão os grilhões que os prendiam e, melhor ainda!, aqui mesmo em nosso planeta, poucos audaciosos hoje em dia se arriscam a repetir os atos dos nossos predecessores na história da humanidade, mesmo havendo condições para tal...

Sequer para simples mergulhos em pouca profundidade, para ver e/ou ouvir o que há...

...Live at Pompeii, do Pink Floyd: Listen and know what that means, dear diver!

 

 

 



Escrito por minduimrock às 20h04
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Vamos lá:retomando o mergulho em fossas abissais midiáticas

Grande oportunidade para negócios globalizados, com responsabilidade social e ambiental. Via celular 3G. Disponível no marketplace. Dica de um Flamingo amigo meu.

Festejam os católicos no mundo todo: o Papa fez 81 anus na capital dos EEUU. Ao lado de Bush, que há poucos dias comemorou 5 anus de ocupação democrática no Iraque e 7 anus de invasão igualmente liberal do Afeganistão. Paz(judaico-cristã-branca) e repúdio ao terrorismo no mundo(xiita, sunita, palestino, basco, Sem terra, FARC,EZLN,etc.) fizeram parte dos eventos.

E o Brasil comemora 13 anus de desenvolvimento, levando democracia ao Haiti e biocombostíveis à Holanda...

uuuuuuummmmmmmmm... por isso que o cheiro anda insuportável nesta profundidade...

E viva a escatologia!

 



Escrito por minduimrock às 22h22
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Falar em showbusiness e marketplace...

Isso, camarada, mantenha a cabeça fora da água por algum tempo... respire fundamente, suavemente. Hum... não, não fomos ainda tão fundo para que tocássemos na coisa-máquina-orgânica instalada na profundidade, mas pudemos vislumbrar, arranhar a imagem ivertida daquilo que realmente somos: espécie globalizada numa civilização globalizada. Ligados a cabo. Códigos  binários combinados. Que se deletam mutuamente, pensando em vencer na vida.

E assim sendo nossa civilização globalizada, com as bênçãos de Deus todopoderoso aliadas à ação beneplácita do marketplace, o mundo todo se enche de biocombustíveis, desenvolvimento sustentável e responsabilidade sócio-ambiental.

Como? Aqueles alí, sem comida no prato... Você notou também? Não se surpreenda. É uma óbvia situação transitória da evolução humana em nossa civilização global. Se preferir de outro modo, uma conjuntura. Uma reles crise... durante a evolução da espécie.

O quê? Não, o fato de serem muçulmanos, árabes, africanos, latinos, sem tetos, etc., não tem peso ou fazem diferença, são uma feliz conicidência da Divina providência: de um modo ou de outro, os estoques de comida são suficientes para garantir a sustentabilidade do marketplace, e um pouco de fome se faz necessária num processo evolutivo... ao longo do tempo, ainda sob as bênçãos do Senhor todopoderoso, chegaremos a perfeição e harmonia necessários à sustentabilidade com responsabilidade marketplaciana, ainda que custe algumas vidas destes, digamos, desafortuandos sob o céu... "Pois muitos serão chamados, mas poucos os escolhidos".

Pronto? Ar novo? Pulmões cheios?

Vamos lá, mais uma vez. Mergulhar

 



Escrito por minduimrock às 20h35
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Em defesa de Isabella - e de tantas outras Isabellas invisíveis, mas reais.

E as tantas outras Isabellas?

Aquelas invisíveis às câmeras e à sensibilidade da mídia, mas que existem nas diversas ruas e vielas da megalópole que não pode parar, mas pode sangrar agora e sempre...Não podem também aparecer na tv? Não merecem oportunidade de ter sua tragédia contada? Não. São casos comuns de gente pobre e oprimida.  Orai e vigiai, irmãos: a sua dor vai acabar.

E esse drama, exposto no exato momento em que se desvelaria o córtex das relações de tipo marketplace, tanto de governo(s) quanto de oposição(ões)vêm a tona? Mais uma feliz coincidência midiático-jornalísitico-showbusiness?

As tramas desses executivos do marketplace globalizado(quer seja governo, quer seja oposição), são as que engendram os meios e modos de produzir as Isabellas da nossa sociedade.

Agora convenientemente ocultas dos olhos da massa sensibilizada, que se revolta e imobiliza pelo drama Isabella, elevada a condição de "caso de comoção nacional"(repetidas palavras de todos os agetes de imprensa), essas tramas são tiradas do alcance da massa, para que essa mesma massa não decida.

E uma vez decidindo, termine de vez com meios de produzir histórias iguais a de Isabella e com as histórias de tantas outras Isabellas existentes na rotina de Sampa e do Brasil,  mas que são invisíveis...

Encobertas por grossas camadas de miséria e opressão,são apenas casos comuns resolvidos com oração e caridade.

E só.



Escrito por minduimrock às 17h40
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shshshhhhhh.... (ou porqué no te callas?)

Faremos tudo o que a democracia televisionada mandar (porque manda quem pode, obedece quem tem juízo):

pode

poder

poderia

poderia ser

poderia ser poder

poderia ser poderosa

poderia ser poderosa mente

poderia ser poderosa mente mentindo

poderia ser poderosa mente mentindo descaradamente.

poderia ser poderosa mente mentido

poderia ser poderosa mente

poderia ser poderosa

poderia ser poder

poderia ser

poderia

poder 

pode

falar?

ou não? (grifo meu... acho)

 



Escrito por minduimrock às 20h49
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